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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Arraial das Crianças: Encerramento especial da Escola Dille Testi Capriglione

Na última quarta-feira (10/07), a Escola Dille Testi Capriglione preparou para os seus alunos um encerramento pra lá de divertido. Como parte deste momento de diversão, o último dia de aula antes das férias escolares foi marcado por apresentações de quadrilha, gincanas com alunos e professores, e por um delicioso lanche caipira: cachorro quente e quentão. Boa parte dos alunos caracterizaram-se como caipiras. Alguns professores não ficaram de fora, e também vestiram-se a rigor para esta verdadeira festança.


 

No período matutino, o 3° ano B, comandado pela professora Patricia Gavasso, juntamente com o 4° ano B, sob o comando da professora Marisane Salles, fizeram uma divertida apresentação de quadrilha. Os alunos deram um show na dança, e ambas as professoras animaram a festa com bom humor e simpatia.



No período vespertino, a turma incumbida de apresentar foi o 1° ano A, da professora Marcia. Os pequeninos mostraram-se empenhados e fizeram uma maravilhosa apresentação.



Posteriormente, após as apresentações de quadrilha, tanto de manhã quanto à tarde, as turmas se reuniram no pátio da escola para o início das gincanas. As crianças puderam participar da corrida do saco, da prova do ovo, da prova da laranja, da prova da bala na farinha, da prova da bexiga, da dança da cadeira e da caça aos papéis. As provas foram as mesmas em ambos os períodos, e foram organizadas pelas professoras Selma e Marília. As turmas disputaram entre si, e a contagem dos pontos ficou a cargo dos professores das turmas que ali participavam.





O destaque ficou por conta da Corrida de Sacos. Alguns professores foram convidados a participar, e de imediato a ideia foi bem aceita. Todos presenciaram uma disputa muito descontraída que teve como ganhadoras a professora Patricia Gavasso (no período matutino) e a professora Marcia (no período vespertino).



E assim, em ritmo de festa, terminou mais um bimestre. Lembrando que este dia especial não foi nada mais que uma despedida para as crianças antes de suas merecidas férias, mas o nosso verdadeiro arraial, aberto à comunidade, será realizado no dia 10 de agosto, e nós contamos com a sua presença! Divulgue para amigos e familiares e venha passar mais um arraial junto com a gente.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

PACTO: Atividades desenvolvidas com o 3° ano B

Livro: "Como Fazíamos sem..."



Utilizando o material dourado, cada aluno usou caminhos e raciocínios diferentes para resolver as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.


Em seguida, iniciou-se uma conversação sobre a história dos meios de comunicação. Que meio de comunicação o homem primitivo usava? Qual a importância que têm estes meios hoje? Houve evoluções? Quais?, etc...
Além dos alunos se divertirem com o Jogo de Lego, cada um montou um meio de comunicação, brincando com o faz de conta e desenvolvendo a oralidade.


Com essa mesma atividade, foi possível explorar a leitura das palavras, e a separação silábica.



Depois, utilizando o "Alfabeto Móvel Degrau" na tentativa e reflexão de cada palavra, os alunos formaram frases coletivamente.


Foram feitas pesquisas em jornais e revistas sobre alguns gêneros textuais que encontramos nestes meios de comunicação. Em seguida, um ditado de palavras e formação de frases envolvendo os meios de comunicação, por meio da digitação. Após isso, foi feita a reestruturação de cada frase.


Foi organizada a turma em círculo, para que os alunos pudessem conversar e questionar sobre tudo que aprenderam sobre os meios de comunicação, inclusive para pensarem de que maneira é possível nos comunicarmos com quem está distante. Como isso acontece? Qual a tecnologia que nos possibilita essa comunicação instantânea? Foram outras perguntas que, em forma de debate, as crianças responderam.


Figuras x palavras: separação silábica. Palavras escritas em caixa alta e cursiva para facilitar a compreensão e a leitura.




E para finalizar os alunos fizeram a produção textual.

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Professora: Patricia Gavasso

domingo, 5 de maio de 2013

A Passagem das Missões na comunidade João Paulo II e a integração nas celebrações ecumênicas

Na última sexta-feira (02) a escola foi agraciada com a visita de dois missionários, estes não vieram pregar uma religião, mas dar uma aula sobre bondade a todos os nossos alunos. 



O objetivo é o de passar valores, costumes e tradições, mostrar as boas ações entre as crianças e adultos, a bondade, o respeito, a união, as boas amizades, o companheirismo, o coleguismo, que este segmento proporciona, pois ao celebrar e orar é comum agradecer a Deus pelas conquistas na vida, o estudo, a boa escola que possuímos, e aos queridos professores que se dedicam ao nosso crescimento educacional.

O que significa a palavra missão?


“Missão", do verbo latino "militere", significa "enviar, mandar". No Antigo Testamento, refere-se a uma ordem recebida de Deus, para levar sua mensagem a uma pessoa ou a uma nação. No Novo Testamento, refere-se à tarefa que Deus delegou a Cristo, que, por sua vez, incumbiu aos seus apóstolos. Gramaticalmente, significa "ação de mandar, comissão, encargo, incumbência, comissão diplomática, ordem divina conferida num propósito espiritual". O desafio de conquistar a Pátria para Cristo é para quem tem coragem de oferecer a sua vida, como oferta de amor, a fim de que outros o recebam.




A participação das crianças faz entender que o bem maior está presente em todos nós.


Toda a boa palavra fica na memória do ser humano.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Acadêmicos do PIBID aplicam aulas sobre a história da África

No dia 02 de maio (quinta-feira) os acadêmicos de História ministraram aulas nas turmas do 1° ao 5° ano, onde explanaram no período da manhã o tema “Preconceito”.


Com a exibição de três vídeos sobre diferenças raciais e preconceitos, e com a distribuição do Livro CONHECENDO HISTÓRIAS, PRATICANDO CONHECIMENTO: ÁFRICA EM SALA DE AULA foi possível perceber a importância das atividades e dos trabalhos feitos em sala de aula por este valoroso grupo.


Através destes vídeos os alunos tiveram exemplos e relatos sobre o assunto. Em seguida, com os acadêmicos, houve um debate no qual os alunos puderam expor suas opiniões e relatar pequenos acontecimentos.



Os alunos puderam entender as diferenças entre as pessoas, as suas características físicas, faciais, cor de pele, tipo de cabelo, sinais marcantes, etc...




No período da tarde, em turmas do 1° ao 3° Ano, foram desenvolvidos teatros sobre o tema "Preconceito e diferenças raciais". A história representada pelos acadêmicos foi A MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA.


Não conhece a história? Abaixo te apresentamos a mesma.


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Menina Bonita do Laço de Fita

Era uma vez uma menina linda, linda.
Os olhos pareciam duas azeitonas pretas brilhantes, os cabelos enroladinhos e bem negros.
A pele era escura e lustrosa, que nem o pelo da pantera negra na chuva.
Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laços de fita coloridas. Ela ficava parecendo uma princesa das terras da áfrica, ou uma fada do Reino do Luar.
E, havia um coelho bem branquinho, com olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto na vida.
E pensava:
- Ah, quando eu casar quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela...
Por isso, um dia ele foi até a casa da menina e perguntou:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah deve ser porque eu caí na tinta preta quando era pequenina...
O coelho saiu dali, procurou uma lata de tinta preta e tomou banho nela. Ficou bem negro, todo contente. Mas aí veio uma chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou branco outra vez.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu tomei muito café quando era pequenina.
O coelho saiu dali e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi. Mas não ficou nada preto.
- Menina bonita do laço de fita, qual o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina.
O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão, sem conseguir sair do lugar. O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito jabuticaba. Mas não ficou nada preto.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?
A menina não sabia e... Já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela que era uma mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse:
- Artes de uma avó preta que ela tinha...
Aí o coelho, que era bobinho, mas nem tanto, viu que a mãe da menina devia estar mesmo dizendo a verdade, porque a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até com os parentes tortos.
E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que nem a menina, tinha era que procurar uma coelha preta para casar.
Não precisou procurar muito. Logo encontrou uma coelhinha escura como a noite, que achava aquele coelho branco uma graça.
Foram namorando, casando e tiveram uma ninhada de filhotes, que coelho quando desanda a ter filhote não para mais! Tinha coelhos de todas as cores: branco, branco malhado de preto, preto malhado de branco e até uma coelha bem pretinha. Já se sabe, afilhada da tal menina bonita que morava na casa ao lado.
E quando a coelhinha saía de laço colorido no pescoço sempre encontrava alguém que perguntava:
- Coelha bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
E ela respondia:
- Conselhos da mãe da minha madrinha...

FIM.
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Após a contação e a representação do teatro, foram trabalhadas as expressões faciais e as características de cada aluno, onde os acadêmicos puderam conversar e apontar as diferenças entre um e outro estudante. 





Inclusive o acadêmico fez o relato do Lápis "Cor de pele" mostrando que a sua cor não seria a verdadeira cor da pele, mas sim a cor da pele que o aluno tem, e não só indicando a uma única cor, mas a cor branca, amarela, morena, preta e bege.



Os acadêmicos da FAFIUV obtiveram êxito em suas aplicações. Eles interagiram ao máximo com os professores, trabalharam harmoniosamente o tema proposto e o conteúdo foi bem assimilado pelos alunos.


Coordenadores:
Profª Supervisora Leumir Vieira Martins (Dille Testi)
Prof° Doutor Ilton Cesar Martins (FAFIUV)